Então, como estão? Já sei que conheceram a minha bestie Daya, ela veio passar a tarde comigo ontem, bastou deixa-la sozinha uns minutos que a fez invadir o meu espaço.
Vim contar-vos mais uma passagem da minha infância. Desta vez vou falar-vos de um pequeno rapaz, charmoso e engraçado, que passava a vida a meter-se comigo. Nessa altura tínhamos por volta de uns nove ou dez anos de idade, andávamos na mesma escola e um tempo depois chegamos a estar na mesma turma. Nem lembro exactamente como conhecemo-nos mas provavelmente foi numa brincadeira qualquer num intervalo. Sem andarmos na mesma classe, sempre que ele encontrava-se comigo por acaso nas pausas entre as aulas ele dirigia-se à minha pessoa todo fofinho e lançava sempre as suas cantadas, dizendo que eu era bué fofinha e queria-me como sua namorada. Ilariante que éramos só miúdos mas eu ficava toda nervosinha quando ele apróximava-se e declarava-se, não sei bem se era porque gostava ou simplesmente porque tinha um certo medo que atormentava-me quando era pequena. Meu avô quando eu tinha seis anos, nem deu-me tempo de começar a ter interesse em rapazes, virou-se para mim e disse que não podia arranjar namorado até completar dezoito anos. Eu hoje entendo o porque, era para proteger-me desses jovens que atualmente não têm juízo, pois a maioria deles engravidam as moças e depois nem assumem. Sinceramente, esse concelho fez-me ser uma good girl, confesso que aprontei como todos adolescentes fazem mas tudo correu bem para o meu lado, graças a deus. Mas mesmo assim o rapaz encantava-me cada vez mais, lembro-me de um som que ele costumava a cantar para mim sempre que eu tava por perto ("princesa, beija-me outra vez, diz que me amas diz mais uma vez, princesa..."), quando ele pediu-me pra dançar nas festas de Carnaval na escola, eu vestida de princesa e ele acho que nem tava mascarado, e também quando ele jogava futebol com os seus rapazes e sempre que marcava um golo dedicava a mim, lembranças de criança. Todos da turma provocavam, dizendo que ambos gostamos um do outro mas mesmo assim, meia interessada nele cada vez que ele pedia-me para ficar com ele, eu limitava-me a correr pra bem longe, fugia deixando-lhe confuso. O rapaz nunca desistiu e esse nosso clima, durou praí três anos mas nunca rolou nada...
Vim contar-vos mais uma passagem da minha infância. Desta vez vou falar-vos de um pequeno rapaz, charmoso e engraçado, que passava a vida a meter-se comigo. Nessa altura tínhamos por volta de uns nove ou dez anos de idade, andávamos na mesma escola e um tempo depois chegamos a estar na mesma turma. Nem lembro exactamente como conhecemo-nos mas provavelmente foi numa brincadeira qualquer num intervalo. Sem andarmos na mesma classe, sempre que ele encontrava-se comigo por acaso nas pausas entre as aulas ele dirigia-se à minha pessoa todo fofinho e lançava sempre as suas cantadas, dizendo que eu era bué fofinha e queria-me como sua namorada. Ilariante que éramos só miúdos mas eu ficava toda nervosinha quando ele apróximava-se e declarava-se, não sei bem se era porque gostava ou simplesmente porque tinha um certo medo que atormentava-me quando era pequena. Meu avô quando eu tinha seis anos, nem deu-me tempo de começar a ter interesse em rapazes, virou-se para mim e disse que não podia arranjar namorado até completar dezoito anos. Eu hoje entendo o porque, era para proteger-me desses jovens que atualmente não têm juízo, pois a maioria deles engravidam as moças e depois nem assumem. Sinceramente, esse concelho fez-me ser uma good girl, confesso que aprontei como todos adolescentes fazem mas tudo correu bem para o meu lado, graças a deus. Mas mesmo assim o rapaz encantava-me cada vez mais, lembro-me de um som que ele costumava a cantar para mim sempre que eu tava por perto ("princesa, beija-me outra vez, diz que me amas diz mais uma vez, princesa..."), quando ele pediu-me pra dançar nas festas de Carnaval na escola, eu vestida de princesa e ele acho que nem tava mascarado, e também quando ele jogava futebol com os seus rapazes e sempre que marcava um golo dedicava a mim, lembranças de criança. Todos da turma provocavam, dizendo que ambos gostamos um do outro mas mesmo assim, meia interessada nele cada vez que ele pedia-me para ficar com ele, eu limitava-me a correr pra bem longe, fugia deixando-lhe confuso. O rapaz nunca desistiu e esse nosso clima, durou praí três anos mas nunca rolou nada...
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