Well, já não escrevia há uns dias e para ser sincera é uma sensação estranha. Continuando o assunto do outro dia, contava-vos sobre o rapaz que veio animar ou agitar a minha vida. Nem vos contei mas o tal gato chamava-se Bryan, só de escrever o nome quase que derreto. Ao longo dos anos eu e o Bry ficamos cada vez mais próximos sem estarmos juntos pessoalmente e eu para ser honesta sempre sonhei com isso, desejando que ele fica-se caídinho por mim assim que me visse. Toda hora, ficava a espera do tal convite para apenas um café mas nunca aconteceu. Finalmente chegou o dia, ele tinha-me dito por chamada que queria estar comigo e eu fiquei logo entusiasmada, disse imediatamente que sim sem pensar twice. Nem demorou muito ele meteu o seu melhor amigo na história, afinal era um date a quatro e ele queria a Daya presente também. Fiquei a pensar mas não disse nada, pois quando estávamos numa conferência os quatro percebi que o Bryan ajudava o seu best a atirar-se a mim, impressionante essa situação. Combinamos todos ir ao cinema e fiquei infeliz quando o Bryan quis ficar a sós com a Daya e eu com o seu melhor amigo, todos sabiam bem o que eu queria, principalmente a minha melhor amiga, quem eu contava tudinho em pormenores. Depois do filme, cada "casal" foi pro seu lado, mas nós só conversámos e tirámos fotografias. Parece que correu tudo bem, voltamos a juntar-nos, a Daya foi pra casa pois era perto e os dois moços acompanharam-me até casa que era longe. Essa noite foi realmente estranha pra mim, ainda por cima depois de saber que rolou um clima entre os meus melhores amigos, fiquei completamente arrasada. Logo ela, quem eu confio os meus podres faz-me isso, é daí que se vê que nem nos mais próximos devemos dar a total trust. Doeu-me profundamente, respondi logo torto e friamente, pela a primeira vez a D viu esse meu lado, naquele momento não havia um pingo de compaixão e doçura por ela. Uns dias depois, fui saber que esses dois conversavam entre eles desde de sempre e ainda faziam videochamadas, foi tipo uma facada nas costas. Pois ela sabia exactamente o meu sentimento por ele, e mesmo assim atirava-se ao moço na minha back (de acordo com o girlscode devia de respeitar-me e pronto mesmo sem eu estar propriamente relacionada com o Bry) e ele usou-me pra ter algo com ela, absolutamente traída.
Como eu fui tão burra por acreditar no que ele dizia, esse miúdo sempre teve um jeitão com as palavras, meu deus, enquanto o que eu sentia sempre foi intenso. Eu sempre dei a totalidade da culpa na Daya mas a culpa era dos dois, ou talvez até mesmo minha. Deixei de falar com ela durante uns tempos (...).
Como eu fui tão burra por acreditar no que ele dizia, esse miúdo sempre teve um jeitão com as palavras, meu deus, enquanto o que eu sentia sempre foi intenso. Eu sempre dei a totalidade da culpa na Daya mas a culpa era dos dois, ou talvez até mesmo minha. Deixei de falar com ela durante uns tempos (...).
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